quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

E em 24 de janeiro de 2012...

... nasceu a nossa filha Laura. O nascimento não foi apenas da nossa filha, junto com ela nasceram uma mãe e um pai. Às 11:51 nossa família foi formada: pai, mãe, filha e animais de estimacão. A princípio ninguém se conhecia direito, fomos nos enturmando, nos aconchegando e mais de um mês depois que a mãe ousa escrever o primeiro post pós-nascimento.
Posso ficar aqui descrevendo em mínimos detalhes todos os prazeres que sinto ao embalar minha filha, posso tentar fazê-lo com mais de um milhão de caracteres e não seria possível colocar em palavras porque esse prazer é silencioso, se descreve com um olhar curto, com um toque, um aconchego.
Sim, sou insegura com relacão a muita coisa, não sei fazer muita coisa, mas no nosso time temos trabalho em equipe: o Leo, a Laurinha e eu fazemos tudo funcionar buscando ajuda nos livros, nas pessoas, nos conselhos, nós conseguimos atingir nosso equilíbrio.
Não, não é aquele bicho de sete cabecas que adoram pintar. Nós continuamos dormindo à noite, tomando banho, comendo e, não tão frequentemente, passeando. O parto foi tranquilo, minha recuperacão foi ótima, a Laurinha nasceu dando e vendendo saúde, conseguimos estabilizar a amamentacão e eu tenho um montão de leite. Desculpem o desabafo, mas nada mais inconveniente do que a torcida para que tudo esteja errado. Muitas vezes as pessoas perguntam como estão as dificuldades, parece que esperando má notícia, e quando dizemos que está tudo sob controle, respondem "Ah, mas espera pra você ver. Isso muda!". Parece até que não é justo que ela durma, que não chore muito, que não dê trabalho. É aquela postura do "se foi ruim pra mim, tem que ser pra você tambem, não pode ter os mesmos benefícios que eu sem sofrer o mesmo tanto". Eu como mãe de primeira viagem então, não é justo que eu saiba o que fazer numa hora dessas. Oras, eu nunca fiz isso antes, mas ser mãe, cuidar da cria, é um ato puramente instintivo e dá certo. Tenho uma amiga que comentou comigo que, quando o filho é mal-criado, a culpa é dos pais, mas se ele se comporta bem, é porque os pais tiveram sorte.
Então, nós faremos o possível para continuarmos sempre com essa sorte. Nossa filhinha tem todo o direito de trocar o dia pela noite, dormir mal, ficar doente, chorar no banho, ter pereba... e nós estaremos sempre ao lado dela fazendo com que tudo fique nos conformes e a "sorte" volte a nos abencoar.
 5 semanas de vida
57 cm
4,5 kg

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Até logo, vovô e vovó!

E na véspera do aniversário (Mesversário? Animensário?) da Laurinha, foram embora pro Brasil os avós de Tatuí, Seu Carlos e Dona Cida, que passaram quase um mês aqui com a gente. Muito obrigado pela visita, pela companhia, pelos presentes (parecia Natal pra nós todos) e principalmente, pelo carinho e a paciência com nossa falta de programacão e nossa aura de stress. Ainda somos novos nisso, mas a gente chega lá! Ficamos muito felizes com sua vinda, e agora é difícil acostumar de novo a não ter família por perto. Vamos sentir falta de vocês e das ciabatas também. Até a próxima, e a Laurinha mandou dizer que já está com saudades!

Um mês!!!

E dia 24 a Laurinha fez um mês de idade! Como passou rápido! Ainda ontem ela era um pacotinho cor-de-rosa que só mamava, dormia, chorava e sujava fralda, e agora ela é... a mesma coisa, só que maior.
Foi um mês muito bom, cheio de coisas novas e da alegria de ver nossa princesinha crescendo e ficando mais linda a cada dia!
Como a Laurinha ainda é muito nova pra aproveitar festa de aniversário, comemoramos com costelinhas de porco ao molho barbequeue, arroz e batatas fritas. Decoramos a casa ao estilo dinamarquês, com as bandeirinhas, e também com uns balões brancos e cor-de-rosa. E como ela também já andou ganhando tudo o que precisava por agora, já tem dois gatos e é muito nova pra videogame, quem ganhou presente foi a mamãe, com um kit pra combater os efeitos da maternidade e entrar nos 30 com muito estilo!

Parabéns pras minhas meninas! Que continuem sempre lindas assim!


quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Como sair de casa com um bebê no inverno em 10 passos

Um fato inegável sobre a Dinamarca é que aqui faz frio. E as pessoas têm vivido aqui há mais ou menos 50 mil anos, a maior parte dos quais sem eletricidade, aquecedores a gás, carvão ou roupas de inverno high-tech. Logo, também é inegável que é possível viver no frio, e que os povos vieram desenvolvendo maneiras de fazer isso com conforto no dia-a-dia. Uma forma de aumentar o conforto com relacão ao frio é fazer casas com menos ventilacão, janelas menores, paredes grossas, vidros duplos e soleiras que bloqueiam o vento completamente. Claro que isso traz como consequência menor circulacão e renovacão do ar, aumentando a concentracão de CO2, partículas sólidas e ácaros no ar dentro de casa, e então é necessário abrir as janelas um pouco, e também sair pelo menos uma vez por dia, pelo bem dos nossos pulmões. E é claro que esses problemas são mais intensos justamente no inverno, quando está mais frio e a casa fica mais fechada, e é aí que comeca a novela de sair de casa com um bebê, já que eles também precisam de ar fresco.

Depois de ouvir várias expressões de susto, comentários, perguntas e até acusacões bisonhas de "judiarmos" da nossa própria filha por sairmos de casa com ela no frio, resolvemos revelar todo o processo, antes que chamem o Conselho Tutelar do Menor. ;-)

Então, pela primeira vez na televisão, "Como empacotar uma crianca pra que ela não passe 6 meses por ano de janelas fechadas, respirando ar viciado, poeira e ácaros que adorariam ajudá-la a desenvolver alergias, bronquite ou pneumonia".

Passo 1: Roupinha. De preferência de manga comprida e com meias.

Passo 2:  Creme de calêndula à base de gordura, pra proteger o rosto do ar frio e seco. As focas fazem a mesma coisa, mas sem calêndula :-)

Passo 3: Capuz tipo balaclava.

Passo 4: Macacão-saco térmico.

Passo 5: Colocar um edredon de penas por baixo e depois dobrar por cima, fazendo um sanduíche


Passo 6: Fechar o zíper do moisés, formando um casulo.

Passo 7: Encaixar o moisés no carrinho.

Passo 8: Cobrir com a capa contra vento (windbreaker). Se estiver chovendo ou nevando, tem uma capa mais grossa que cobre o carrinho todo (stormcover).

Passo 9: Puxar a capota do carrinho e prender uma fralda na frente, pra evitar entrada direta de ar frio ou vento, mas permitindo a entrada controlada de ar fresco.

Passo 10: Sair pra passear!

Com isso, estamos prontos pra qualquer coisa entre -15 e 0 graus. Se ficar mais quente, precisamos tirar o edredon ou usar um mais fino, pra não abafar demais. Eu queria um termômetro com um extensor no termopar pra colocar dentro do macacão dela e mostrar que ela fica a uns 37 graus, já que as camadas mais isolam que esquentam, ajudando ela a manter sua própria temperatura.

Agora eu queria ver alguém que tira de casa uma crianca a 35 graus me mostrar que consegue protegê-la tão completamente do calor e da desidratacão, já que tem uma hora que não tem mais roupa pra tirar, e quanto mais tira, mais a área de evaporacão aumenta.. ;-)

Ps: nunca abusem a paciência dos pais. Eles são quase tão irracionais quanto as mães, mas se apegam mais a fatos técnicos e tendem a ser maiores. :-)

segunda-feira, 20 de fevereiro de 2012

E um post especial

Praquela que tem encarado os desafios da primeira maternidade com uma coragem e naturalidade impressionantes. Você me impressiona a cada dia com a maneira de lidar com a Laurinha, com as coisas que você sabe como fazer quase que (ou realmente) por instinto, e com a energia que tem pra ir levando cada dia numa boa. Acordar de 3 em 3 horas durante a noite e passar uma hora amamentando, continuar essa rotina durante o dia, vencer os embaracos públicos e amamentar num restaurante ou num shopping, separar roupa que lava assim ou assado (porque eu não entendo mesmo e jogaria tudo junto na máquina com o sabão mais barato), dividir comigo as trocas de fraldas, e fazer tudo isso sem entrar em depressões pós-parto ou crises de loucura hormonal não é pra qualquer um. Você continua a mesma de sempre, só um pouquinho mais cansada que de costume, e com um brilho especial novo. Seu aniversário de 30 anos, uma data tão especial, ficou diluída neste nosso momento de adaptacão à nova realidade, e ainda embolada com a falta de luz de quase uma semana. Você merecia uma festa em dobro, e seu marido desorganizado mal conseguiu te fazer um café da manhã. Parabéns de novo pelo aniversário, e parabéns todos os dias pela mãezona que você tem sido, sem deixar cair a bola de ser esposa e amiga. Desejo que você sempre tenha tudo o que quer, e que desfrutemos juntos de tudo o que você sonhar pro resto de nossas vidas. Por tudo isso, a Laurinha e eu dizemos juntos: obrigado por existir e ser o nosso amor! Te amamos!

Muita coisa

Caramba, e não é que já passaram 9 dias desde o último post? Muito da demora foi por causa do item 2 desta postagem. Ficou difícil acessar a internet e ter tempo de escrever.
Vamos lá às atualizacões: 

1- Teté e Renata vieram visitar, passaram uma semana e já foram embora; devem estar chegando em Brasília por agora. Vieram trazendo uma penca de coisas pra Laurinha, uma vontade enorme de serem tia e prima, chá verde Feelgood e Geléia de Mocotó Imbasa. Desse jeito, podem voltar sempre. :-P


2- Passamos 5 dias sem luz. Que legal, né? Bebê recém-nascido, visitas recém-chegadas (a mutrenga tinha que estragar no dia em que as duas chegaram), e a gente de repente fica no escuro. Fui lá embaixo e religuei a chave. Dez minutos depois, caiu de novo. Liguei outra vez, e logo caiu. Quando fui tentar de novo, o desjuntor não segurava ligado. Entre a semana de férias de inverno que levou metade dos eletricistas da cidade pras praias da Espanha, uma festa na casa do nosso senhorio e o preco que os eletricistas remanescentes cobram, a coisa só se resolveu na quarta à noite. Seu Carlos e o Kristian (o dono do apartamento) passaram a quarta toda aqui trocando fiacão, e eu me revezando entre ajudar os dois e ajudar a Ana com a Laurinha. Mas agora estamos de volta ao século XXI, felizmente.

3- Entre os dias que passamos sem luz, estava o aniversário da Aninha! AEEEEEEEE!!! Parabéns pro meu amor! 30 anos! Este é um ano bacana: 30 anos da Aninha, nascimento da Laurinha e 5 anos de casamento. Vou até fazer 35 de novo pra entrar na onda. Tomamos um café da manhã gostoso e almocamos com a família toda no Jensens Bøfhus.


4- A senhorita Laura Holtz de Knegt, vulga Laurinha, agora tem nome! Depois de uma tremenda encrenca que arrumaram com o nome dela, recebemos finalmente a certidão de nascimento pelo correio. Daí, antes de registrar ela nas embaixadas da Holanda e do Brasil, tivemos que ir a um escritório do Ministério das Relacões Exteriores da Dinamarca e p(a)egar um carimbo. Agora a nova epopéia é a foto pros passaportes, já que a do passaporte holandês é cheia das frescuras, e ainda não inventaram um jeito de deixar uma crianca de menos de um mês parada olhando pra frente com o pescoco num ângulo X e a cabeca numa inclinacão Y a 1.5cm da borda esquerda e direita com 3/4 do peito ocupando 2/3 do enquadramento e ainda de olhos abertos e sem chorar. Eles têm que escolher. Ou dopa a crianca pra fazer tudo isso e sai de olho fechado, ou sai chorando.

5- Recebemos um pacote super bacana dos primos Kasbergen de Brasília, incluindo um tucano de pelúcia com camisa do Rio de Janeiro que já está na rede dos brinquedos. Obrigado!

6- Também chegou um pacote de Genebra, mandado pelo Tim e Stephania, com um boneco do Chewbacca, pra ajudar o Mestre Yoda que a Laurinha já tinha na luta contra os monstros do armário.

7- O Vinicius e a Nele nos visitaram, trazendo um macaco super bacana e um vestidinho feito pela Nele mesma. A melhor surpresa foi saber que eles também estão esperando uma amiguinha pra Laurinha que deve chegar daqui a uns 4 meses.

Tucano à esquerda, macaco à direita, Chewbacca ao fundo.

8- Ontem foi dia da delegacão lusitana passar por aqui. Sofia, Álvaro, Lina e Fernando, que além do bom papo de sempre, trouxeram uma blusinha de frio com capuz de orelhinhas e um gorrinho cor de vinho lindos. Mais uma vez, obrigado pela visita!


Também recebemos visitas de amigas da Ana da CBS, corremos atrás dessa certidão de nascimento, ainda estamos tentando conseguir uma creche pra daqui a seis meses e claro, no meio de tudo isso, aprendendo a ser pais. Felizmente a Laurinha ajuda muito, já que dá pouco trabalho, e tirando uma vez ou outra, dificilmente chora sem motivo. Temos dormido bem e mantido ao máximo a rotina, com os pais da Ana nos ajudando fazendo as compras, já que tem dias que realmente não dá tempo. Enfim, estamos levando e, modéstia à parte, tirando de letra. ;-)
Até a próxima!




sábado, 11 de fevereiro de 2012

Na falta de um texto...

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

.. será que o ultrasom era bom?

Teste de audicão, visita ao escritório e o umbigo caiu!

Se continuar nessa linha, ninguém vai ler os posts mais, só o "digest" no título.

Ontem fomos ao hospital fazer o teste de audicão da Laurinha. Eu achava que ia ter uma pessoa estalando os dedos de um lado e do outro, tocando umas campainhas e coisas assim, igual quando eu era pequeno. Na verdade, era um aparelhinho que a enfermeira coloca no ouvido do bebê, e o treco emite um estalo lá dentro e capta a vibracão do tímpano como resposta. Coisa fina! Depois de uns bons dois minutos e meio que o teste levou (contra as duas horas de preparacão e a meia-hora que leva pra chegar lá), e bem felizes de saber que nossa filhota tem 100% de capacidade auditiva nos dois ouvidos, demos uma passada no meu escritório, pra desfilar a Laurinha um pouco e ver se ela podia dar um ponto de vista externo em algumas análises que não conseguimos terminar.


Chegamos lá pilotando o Lauromóvel e levando uns refris e un bolos, e a Laurinha foi o sucesso de sempre. O povo ficou meio tímido no comeco, mas depois deu até uma quase-fila pra pegar ela no colo. E a gente não esperava, mas como sabiam que iríamos lá, teve até um presente! Ganhamos um livro com cancões infantis dinamarquesas que tem as letras, partituras, cifras e um CD. Parece que é um daqueles que toda crianca aqui tem, e que a gente não adivinharia nunca. Foi bem engracado porque o pessoal comecou a nos mostrar o livro e falar de uma música ou outra, e de repente tinha um monte de gente cantando em coro na cozinha. Parecia Natal. O livro tem  umas músicas de programas antigos de TV, músicas de datas especiais (Natal, Páscoa) e também regravacões de cancões  infantis tradicionais. Acho que deve ser mais ou menos o mesmo esquema da Galinha Pintadinha. E claro, também foi ótimo porque finalmente apareceu um livro em Dinamarquês com conteúdo de um nível que a gente consegue ler! :-D

 

Depois de lá pegamos o ônibus pra Lyngby, onde demos mais uma passeada. Foi bom pra ir ganhando confianca de passear com ela. Pouco a pouco a gente vai pegado o jeito.
E no fim do dia, pra completar, o umbigo da Laurinha terminou de cair! Levou 15 dias certinho! Mais uma fase completa!

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Primeiro passeio

Hoje nos encontramos mais cedo com os avós de Tatuí e saímos pro primeiro passeio oficial. 
A bordo do poderoso Lauromóvel (nosso carrinho de bebê mega-power-ninja-4x4-blindado-de-assalto com cavalos de potência, e não pôneis), nossa intrépida Laurinha encarou uma temperatura de 11 graus negativos até o ponto de ônibus, e depois da estacão de Lyngby até o shopping, onde passeamos e almocamos. Ela se comportou direitinho, aproveitou o balanco do carrinho e do ônibus pra dormir, e nós fomos pela primeira vez ao Espaco-Família do shopping, onde tem trocadores de fralda, Disney Channel  na TV e um cantinho com sofás pra amamentacão. O engracado é que o lugar tem uma tremenda placa indicando, um monte de pintura de carrinho de bebê, é todo colorido, mas simplesmente passava batido pra nós até hoje, porque não era parte da nossa realidade. Desfilamos e pavoneamos bastante a Laurinha e o Lauromóvel pra lá e pra cá, e quando ela comecou a resmungar com mais frequência, voltamos pra casa, porque também já estava comecando a fazer frio. ;-)


Ps: se você não entendeu a referência dos pôneis, clique aqui.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

Primeiro banho

... e resolvemos  dar o primeiro banho na Laurinha ontem. Parece que as filosofias daqui e do Brasil com relacão a isso são bem diferentes. Ao invés de dar logo o banho no primeiro dia, por aqui acham que aquele verniz caseoso que cobre o bebê quando nasce é bom pra proteger e hidratar a pele, então não faz mal nenhum deixar o que sobra dele depois daquela primeira limpada na sala de parto. Junta com isso o fato de que bebê praticamente não sua e nem se suja (além do que a gente já limpa nas trocas de fralda), e o resultado é que a Laurinha deve ter sido um dos bebês que tomou banho mais cedo no país, com uma semana e dois dias de idade. Antes disso, a gente só limpava o pescoco, as mãozinhas e o rosto dela.
Não vou dizer que ela adorou o banho, mas com certeza não se incomodou. Ficou quietinha, não esperneou, não chorou nem resmungou hora nenhuma, nem quando molhamos a cabecinha dela. A única dica de que talvez não estivesse tão legal eram os olhinhos que arregalavam de vez em quando numa carinha de pânico.
Depois do banho, ficou toda enrolada na toalha de banho que ganhou da Tia Ló, e ainda ganhou massagem nas costas com creme à base de cera de abelha. Ficou toda mole, pronta pra dormir.
No desafio dos recém-pais, missão-banho cumprida com sucesso invejável. :-)